
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
F.E
“Meus olhos que por alguém Deitaram lágrimas sem fim Já não choram por ninguém Basta que chorem por mim. Surpreendidos e olhando A vida como ela é... Meus olhos vão conquistando Mais fadiga e menos fé. Sempre cheios de amargura... Mas se as coisas são assim Chorar por alguém, que loucura!! Basta que chorem por mim...”