
Foi num dia frio de Outono, em que as folhas das árvores se agitavam constantemente e, onde o soar da brisa se penetrava por entre elas que, Joana chegara a casa e se aborrecera com o seu enamorado. Decerto, uma razão sem princípio, àquelas coisas que chamamos desnecessárias.
Mas, o certo é que a picardia entre Joana e Gonçalo continuava e, agora, perante a neblina que caía sobre a “Mansão”, eis que ambos saíam desenfreados pela porta fora atravessando a grama húmida que resfreava os seus pés…mas não as suas mentes…Caminhavam os dois…
Gonçalo esboçava um sorriso nos lábios de quem não estava “nem aí” para a picardia de Joana. Contudo, continuava a escutá-la, a deixar que ela desabafasse o que lhe ía na alma. Gonçalo pensava para si próprio que, por vezes, era bom as pessoas livrarem-se dos sentimentos que as atormentavam interiormente.
Caminhavam sobre a grama e pisavam agora em chão firme, quando, Joana possuída de um sentimento raivoso pelo facto de Gonçalo não a tomasse em devida conta, eis que toca bruscamente no corpo magro e esguio de Gonçalo à berma da piscina…
Gonçalo perdera completamente o equilíbrio e, trazendo consigo a mão de Joana, caíam ambos na gélida mas apetecível água límpida da piscina!
Joana ficara como que sem palavras para descrever tal acontecido. Agora, ambas as mentes podiam ser como que “refrescadas”.
Naquele momento, permaneciam Joana e Gonçalo mudos e gelados naquela água transparente. Gonçalo colocava a mão na anca de Joana. Esta continuava imóvel e pasmada com o sucedido. Os dois, dentro da piscina agarravam-se mutuamente e consumavam a sua paixão num longo e apetecível beijo que parecia não querer terminar. Os seus lábios molhados
tocavam-se, as suas caras uniam-se, as suas respirações fogosas faziam-se ouvir…
Saíam da piscina e, pouco a pouco, tiravam as roupas mutuamente, caminhando pé ante pé até à casa de Gonçalo…
Já semi – despidos, chegavam a casa permanecendo mudos até à sala.
Gonçalo preparara um chocolate quente e, ambos, agora ao som de uma música calma e romântica partilhando de um só cobertor, desfrutavam do momento em uníssono.
Os ânimos nunca estiveram tão ardentes como naquela noite. Joana não percebera como uma discussão, se é que assim se podia designar, terminara numa paixão louca e sem limites.
Adormeciam agora, juntos num só sofá, juntos numa só caminhada, unidos numa só pessoa, onde o “Sonho” os pudesse comandar para onde ambos se deixassem levar…
Mas, o certo é que a picardia entre Joana e Gonçalo continuava e, agora, perante a neblina que caía sobre a “Mansão”, eis que ambos saíam desenfreados pela porta fora atravessando a grama húmida que resfreava os seus pés…mas não as suas mentes…Caminhavam os dois…
Gonçalo esboçava um sorriso nos lábios de quem não estava “nem aí” para a picardia de Joana. Contudo, continuava a escutá-la, a deixar que ela desabafasse o que lhe ía na alma. Gonçalo pensava para si próprio que, por vezes, era bom as pessoas livrarem-se dos sentimentos que as atormentavam interiormente.
Caminhavam sobre a grama e pisavam agora em chão firme, quando, Joana possuída de um sentimento raivoso pelo facto de Gonçalo não a tomasse em devida conta, eis que toca bruscamente no corpo magro e esguio de Gonçalo à berma da piscina…
Gonçalo perdera completamente o equilíbrio e, trazendo consigo a mão de Joana, caíam ambos na gélida mas apetecível água límpida da piscina!
Joana ficara como que sem palavras para descrever tal acontecido. Agora, ambas as mentes podiam ser como que “refrescadas”.
Naquele momento, permaneciam Joana e Gonçalo mudos e gelados naquela água transparente. Gonçalo colocava a mão na anca de Joana. Esta continuava imóvel e pasmada com o sucedido. Os dois, dentro da piscina agarravam-se mutuamente e consumavam a sua paixão num longo e apetecível beijo que parecia não querer terminar. Os seus lábios molhados
tocavam-se, as suas caras uniam-se, as suas respirações fogosas faziam-se ouvir…
Saíam da piscina e, pouco a pouco, tiravam as roupas mutuamente, caminhando pé ante pé até à casa de Gonçalo…
Já semi – despidos, chegavam a casa permanecendo mudos até à sala.
Gonçalo preparara um chocolate quente e, ambos, agora ao som de uma música calma e romântica partilhando de um só cobertor, desfrutavam do momento em uníssono.
Os ânimos nunca estiveram tão ardentes como naquela noite. Joana não percebera como uma discussão, se é que assim se podia designar, terminara numa paixão louca e sem limites.
Adormeciam agora, juntos num só sofá, juntos numa só caminhada, unidos numa só pessoa, onde o “Sonho” os pudesse comandar para onde ambos se deixassem levar…
J.G
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